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  <title>Publicações </title>
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  <item rdf:about="http://www.imazon.org.br/publicacoes/outros/reducao-de-areas-protegidas-para-a-producao-de-energia">
    <title>Redução de Áreas Protegidas para a Produção de Energia</title>
    <link>http://www.imazon.org.br/publicacoes/outros/reducao-de-areas-protegidas-para-a-producao-de-energia</link>
    <description>Estudo do Imazon avalia quais os custos socioambientais da redução de áreas protegidas para a implantação de hidrelétricas na Amazônia.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Nos próximos oito anos, o governo brasileiro planeja investir R$ 96 bilhões para construir 22 hidrelétricas na região amazônica e a maioria desses empreendimentos está próxima ou dentro de áreas protegidas já estabelecidas. Um total de 1.500 km² de florestas já perderam proteção legal em janeiro deste ano, quando a Presidente da República aprovou uma medida provisória (MP nº 558) para facilitar a construção de quatro hidrelétricas. O Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) analisou os riscos jurídicos e socioambientais associados às reduções com foco na Bacia do Tapajós, no Pará, que concentrou 70% (1.050 km²) da área reduzida. Foram cinco Unidades de Conservação diminuídas sem a realização de estudos de impactos sociais e ambientais e sem consulta pública.</p>
<p>Segundo o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE) 2020, 85% da expansão hidrelétrica planejada pelo governo federal entre 2016 e 2020 ocorrerá na Amazônia. Essa expansão poderá trazer sérios riscos às Áreas Protegidas, já que a maioria das UHEs planejadas para a Amazônia está próxima ou dentro dessas áreas.</p>
<p>A iniciativa de redução, se convertida em lei pelo Congresso, abre precedente para que outras reduções de áreas protegidas ocorram e sejam realizadas da mesma forma em vista das demais hidrelétricas planejadas para a Amazônia, além de tornar o processo de licenciamento ambiental questionável juridicamente. Nesta nota técnica, avaliamos os riscos a partir da redução das Unidades de Conservação da Bacia do Tapajós para contribuir com o debate sobre a expansão da geração de energia na Amazônia.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Stefania Costa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-11T12:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Publicação</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.imazon.org.br/publicacoes/artigos-cientificos/copy_of_dynamic-performance-assessment-of-protected-areas">
    <title>The critical importance of considering fire in REDD+ programs</title>
    <link>http://www.imazon.org.br/publicacoes/artigos-cientificos/copy_of_dynamic-performance-assessment-of-protected-areas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Bruno Oliveira</dc:creator>
    <dc:rights>Barlow, J., L. Parry, T. A. Gardner, J. Ferreira, L. E. O. C. Aragão, R. Carmenta, E. Berenguer, I. C. G. Vieira, C. Souza Jr, and M. A. Cochrane. 2012. The critical importance of considering fire in REDD+ programs. Conservation Biology.</dc:rights>
    <dc:date>2012-05-08T15:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Publicação</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.imazon.org.br/publicacoes/livros/the-amazon-and-the-millennium-development-goals">
    <title>The Amazon and the Millennium Development Goals</title>
    <link>http://www.imazon.org.br/publicacoes/livros/the-amazon-and-the-millennium-development-goals</link>
    <description>Confira aqui, na versão em Inglês, o estudo realizado pelo Imazon e Articulação Regional Amazônica (ARA) sobre os Objetivos do Milênio (ODM) na PanAmazônia.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>The Amazon Regional Articulation (ARA), established in 2007, is a network of organizations and persons who work in the Amazon countries and have the objective of combating the factors that contribute towards deforestation in the Amazon. It is made up of a regional platform and executive secretariats in Bolivia, Brazil, Colombia, Ecuador, Peru and Venezuela, which cooperate independently and according to the particularities of each country. ARA seeks to contribute effectively towards reducing deforestation and sustainable use of biodiversity through three priority guidelines: forest transparency, green economy and valuing culture. Its mission is to facilitate the interconnection between the various actors and provide for an exchange of experiences in order to construct a new vision and new development models for the Amazon region.</p>
<p>Among the themes prioritized by ARA is the initiative of carrying out an evaluation of the socioeconomic and environmental situation throughout the Amazon region using the framework proposed by the Millennium Development Goals. In “The Amazon and the Millennium Development Goals” project we analyzed the indicators proposed by the United Nations (UN) and others that are relevant for the region. The Millennium Development Goals (MDG) involves socia’l indicators that reflect the quality of life for populations and environmental indicators that reveal the situation of ecosystems and their natural resources.</p>
<p>The member organizations of ARA in each country work collaboratively through a participatory process and under the same protocol for collecting and analyzing data, as well as for preparing national publications. The national publications look more in depth at MDG issues in the Amazon region of Bolivia (Reyes and Herbas, 2011), Brazil (Celentano et al., 2010), Colombia (Hernández et al., 2011) Ecuador (Ponce et al., 2011), Peru (Dancé, 2011) and Venezuela(BellorínandQuispe,2011).Those publications were utilized as the basis for drafting this document, which integrates and summarizes from all of the Amazon countries.<span>2 </span>Additionally, we have included a section on indigenous peoples.</p>
<p>One essential finding is that there is a profound lack of information regarding the reality of the different “Amazons,” a situation that impedes the promotion of policies and regional initiatives for the conservation and integration of programs in search of sustainable development. The MDG have the merit of establishing the bases for a broader discussion regarding the costs and benefits of the development process. This document intends to provide a building basis for decision-making in favor of the Amazon and its inhabitants.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Stefania Costa</dc:creator>
    <dc:rights>ARA (Articulación Regional Amazónica). 2012. The Amazon and the Millennium Development Goals. Eds. Celentano, D. &amp; Vedoveto, M. ARA Regional: Quito, Ecuador. 104p.</dc:rights>
    <dc:date>2012-04-26T15:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Publicação</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.imazon.org.br/publicacoes/transparencia-florestal/transparencia-florestal-amazonia-legal/boletim-do-desmatamento-sad-marco-de-2012-2">
    <title>Boletim do Desmatamento (SAD) Março de 2012</title>
    <link>http://www.imazon.org.br/publicacoes/transparencia-florestal/transparencia-florestal-amazonia-legal/boletim-do-desmatamento-sad-marco-de-2012-2</link>
    <description>Confira aqui os dados sobre desmatamento e degradação florestal na Amazônia em Março de 2012.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Em março de 2012, o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) detectou 53 quilômetros quadrados de desmatamento na Amazônia Legal. Isso representou um aumento de 15% em relação a março de 2011 quando o desmatamento somou 46 quilômetros quadrados. Foi possível monitorar apenas  26% da área florestal na Amazônia Legal em março de 2012.</p>
<p>O desmatamento acumulado no período de agosto de 2011 a março de 2012 totalizou 760 quilômetros quadrados. Houve  redução de 22% em relação ao período anterior (agosto de 2010  a março de 2011) quando o desmatamento somou 969 quilômetros quadrados.</p>
<p>Em março de 2012, a maioria (60%) do desmatamento ocorreu em Mato Grosso. Em seguida aparece o Pará com 25% e Rondônia com 9%. O restante (6%) ocorreu no Amazonas, Roraima e Acre.  Porém, foi possível monitorar apenas 26% da área florestal da Amazônia e, portanto, os dados de desmatamento nesse mês podem estar subestimados.</p>
<p>As florestas degradadas na Amazônia Legal somaram 40 quilômetros quadrados em março de 2012. Em relação a março de 2011, quando a degradação florestal somou 298 quilômetros quadrados, houve redução de 87%.  A maioria (67%) ocorreu em Mato Grosso seguido pelo Amazonas (15%), Rondônia (10%) e Pará (7%).</p>
<p>A degradação florestal acumulada no período (agosto 2011 a março 20120) atingiu 1.568 quilômetros quadrados. Em relação ao período anterior (agosto de 2010 a março de 2011), quando a degradação somou 4.111 quilômetros quadrados, houve redução de 62% .</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Bruno Oliveira</dc:creator>
    <dc:rights>S. Haiashy, C. Souza Jr, M. Sales, A. Veríssimo, Boletim Transparência Florestal da Amazônia Legal de Março de 2012 (Imazon, Belém, 2012), p. 12.</dc:rights>
    <dc:date>2012-04-19T18:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Publicação</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.imazon.org.br/publicacoes/artigos-cientificos/dynamic-performance-assessment-of-protected-areas">
    <title>Dynamic performance assessment of protected areas</title>
    <link>http://www.imazon.org.br/publicacoes/artigos-cientificos/dynamic-performance-assessment-of-protected-areas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Estudo realizado por pesquisadores do Imazon e da Universidade Estadual da Dakota do Sul (EUA) acaba de ser publicada na revista científica Biological Conservation . O estudo revela que as Áreas Protegidas (Terras Indígenas e Unidades de Conservação) da Amazônia Legal têm sido largamente eficazes na manutenção da cobertura forestal.</p>
<p>Porém, uma análise mais detalhada de 474 Áreas Protegidas revela um espectro maior de situações. Pouco mais da metade está passivamente protegida devido a estarem situadas fora da pressão econômica. Quase um terço consegue de fato proteger as florestas mesmo estando em regiões de alta pressão de desmatamento.</p>
<p>Finalmente, um parte menor oferecem apenas proteção limitada ou falharam em assegurar a proteção das florestas.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Bruno Oliveira</dc:creator>
    <dc:rights>C. Souza Jr, A. Veríssimo, C. Barber, M. Cochrane, Dynamic performance assessment of protected areas, Biological Conservation 149, 6-14 (2012).</dc:rights>
    <dc:date>2012-04-12T14:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Publicação</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.imazon.org.br/publicacoes/calha-norte/resumos-de-planos-de-manejo/plano-de-manejo-da-floresta-estadual-de-faro-2">
    <title>Resumo Executivo do Plano de Manejo da Floresta Estadual de Faro </title>
    <link>http://www.imazon.org.br/publicacoes/calha-norte/resumos-de-planos-de-manejo/plano-de-manejo-da-floresta-estadual-de-faro-2</link>
    <description>Confira o resumo do Plano de Manejo que estabelece as diretrizes básicas para o manejo da Flota de Faro, na Calha Norte.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<p id="_mcePaste">O plano de manejo da Flota de Faro é fruto de uma parceria entre a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA) do Pará e o Consórcio Calha Norte, constituído pelas seguintes instituições: Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), Conservação Internacional do Brasil (CI), Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), Sociedade Alemã para a Cooperação Internacional (GIZ) e Instituto de Desenvolvimento Florestal do Estado do Pará (Ideflor). O Imazon foi o responsável pelos estudos socioeconômicos e sobre o meio físico, pelas oficinas de programas e zoneamento e pela redação do documento técnico.</p>
<p>A CI e o MPEG foram os responsáveis pelos estudos biológicos. Este plano foi elaborado a partir de uma nova metodologia com enfoque ecossistêmico, dinâmico e com ênfase no planejamento participativo. O plano incorporou propostas de pesquisadores, instituições governamentais e não governamentais, sociedade civil e principalmente da comunidade diretamente envolvida. A partir das oficinas participativas, os diversos atores sociais passaram a compreender a grandeza e a importância da Flota de Faro e tornaram-se coautores e responsáveis pela implantação deste plano de manejo.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Bruno Oliveira</dc:creator>
    <dc:rights>Pereira,J., Veríssimo, A., Santos, T. &amp; Mesquita, J.</dc:rights>
    <dc:date>2012-03-22T20:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Publicação</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.imazon.org.br/publicacoes/transparencia-manejo-florestal/boletim-transparencia-manejo-florestal-do-mato-grosso-2009-a-2010">
    <title>Boletim Transparência Manejo Florestal do Estado do Mato Grosso (agosto de 2009 e julho de 2010)</title>
    <link>http://www.imazon.org.br/publicacoes/transparencia-manejo-florestal/boletim-transparencia-manejo-florestal-do-mato-grosso-2009-a-2010</link>
    <description>Confira aqui os dados resultantes do monitoramento de planos de manejo no Estado do Mato Grosso entre 2009 e 2010.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<p id="_mcePaste">Neste boletim Transparência Manejo Florestaldo Mato Grosso avaliamos a situação deexploração madeireira no Estado entre agosto de2009 e julho de 2010. Para isso, utilizamos informaçõesdos sistemas de controle da Sema (Secretariade Estado de Meio Ambiente) de Mato Grosso: Simlam (Sistema Integrado de Licenciamentoe Monitoramento Ambiental) e Sisflora (Sistemade Comercialização e Transporte de Produtos Florestais). Essas informações foram também cruzadascom aquelas geradas pelo Simex (Sistemade Monitoramento da Exploração Madeireira),desenvolvido pelo Imazon. Encontramos que em2010 a grande maioria (98%) das Autex (Autorizaçãode Exploração Florestal) estava regular. Enquantoque os 2% restantes apresentavam algumainconsistência, tal como área autorizada em áreadesmatada. Ao compararmos a proporção de Autexcom inconsistências entre 2009 e 2010, observamosuma redução significativa nos casos de créditocomercializado maior que o autorizado.</p>
<p>A análise das imagens de satélite revelouque aproximadamente 226.047 hectares de florestasforam explorados entre agosto de 2009 e julhode 2010. Desse total, 99.800 hectares (44%)não foram autorizados pela Sema, contra 126.247hectares (56%) autorizados. Do total não autorizado,a maioria (87,8%) ocorreu em áreas privadas,devolutas ou sob disputa; outros 12,1% em ÁreasProtegidas; e 0,1% em assentamentos de reformaagrária. Quando comparamos ao período anterior(agosto de 2008 a julho de 2009), observamos umaqueda de 29% (52.945 hectares) na exploração autorizada,enquanto a exploração não autorizada aumentou84% (45.684 hectares).</p>
<p>Avaliamos também a qualidade da exploraçãoflorestal entre os dois períodos analisadosusando imagens de satélite. Verificamos que asáreas com exploração de boa qualidade reduziramde 12 mil hectares para 7 mil hectares; as áreascom exploração de qualidade intermediária reduziramexpressivamente de 94 mil hectares para 38mil hectares; e as áreas com baixa qualidade deexploração apresentaram um aumento de 71 milhectares para 80 mil hectares.</p>
<p>Por último, verificamos nas imagens de satéliteque em 99% das áreas de manejo florestal avaliadasentre agosto de 2007 e julho de 2010 a floresta foimantida para o próximo ciclo de corte, enquanto emapenas 1% houve desmatamento (corte raso).</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Bruno Oliveira</dc:creator>
    <dc:rights>A. Monteiro, D. Conrado, D. Cardoso, A. Veríssimo, C. Souza Junior, Boletim Transparência Manejo Florestal do Estado do mato Grosso (agosto de 2009 a julho de 2010) (Belém, 2011), p. 16.</dc:rights>
    <dc:date>2012-03-21T19:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Publicação</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.imazon.org.br/publicacoes/transparencia-florestal/transparencia-florestal-amazonia-legal/boletim-do-desmatamento-sad-fevereiro-de-2012">
    <title>Boletim do Desmatamento (SAD) Fevereiro de 2012</title>
    <link>http://www.imazon.org.br/publicacoes/transparencia-florestal/transparencia-florestal-amazonia-legal/boletim-do-desmatamento-sad-fevereiro-de-2012</link>
    <description>Confira os mais novos dados gerados pelo Imazon sobre o desmatamento e a degradação florestal na Amazônia, referentes ao mês de Fevereiro de 2012.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Em fevereiro de 2012, o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) detectou 107 quilômetros quadrados de desmatamento na Amazônia legal. Isso representou um aumento de 59% em relação a fevereiro de 2011 quando o desmatamento somou 67 quilômetros quadrados.</p>
<p>O desmatamento acumulado no período de agosto de 2011 a fevereiro de 2012 totalizou 708 quilômetros quadrados. Houve  redução de 23% em relação ao período anterior (agosto de 2010  a fevereiro de 2011) quando o desmatamento somou 922 quilômetros quadrados.</p>
<p>Em fevereiro de 2012, a maioria (65%) do desmatamento ocorreu em Mato Grosso. O restante ocorreu em Rondônia (12%), Amazonas (10%), Roraima e Pará (7% cada).</p>
<p>As florestas degradadas na Amazônia Legal somaram somente 95 quilômetros quadrados em fevereiro de 2012. Em comparação a fevereiro de 2011, quando a degradação florestal somou 112 quilômetros quadrados, houve redução de 15%.  A maioria (70%) ocorreu em Mato Grosso seguido por Rondônia (15%), Roraima (9%), Pará (5%) e Amazonas (1%).</p>
<p>A degradação florestal acumulada foi 1.528 quilômetros quadrados para o período de agosto de 2011 a fevereiro 2012. Em relação ao período anterior (agosto de 2010 a fevereiro de 2011), quando a degradação somou 3.814 quilômetros quadrados, houve redução de 60% .</p>
<p>Em fevereiro de 2012, o desmatamento detectado pelo SAD comprometeu 6,6 milhões de toneladas de CO2 equivalente.  No acumulado do período (agosto 2011 - fevereiro de 2012) as emissões de C02 equivalentes comprometidas com o desmatamento totalizaram  47 milhões de toneladas, o que representa  uma redução de 14% em relação ao período anterior (agosto de 2010 a fevereiro de 2011).</p>
<p>Foi possível monitorar com o SAD somente 24% da área florestal na Amazônia Legal em fevereiro de 2012. Os outros 76% estavam cobertos por nuvens o que dificultou o monitoramento na região.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Bruno Oliveira</dc:creator>
    <dc:rights>S. Haiashy, C. Souza Jr, M. Sales, A. Veríssimo, Boletim Transparência Florestal da Amazônia Legal de Fevereiro de 2012 (Imazon, Belém, 2012), p. 13.</dc:rights>
    <dc:date>2012-03-19T19:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Publicação</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.imazon.org.br/publicacoes/outros/sobre-os-retrocessos-ambientais-do-governo-dilma">
    <title>Sobre os retrocessos ambientais do governo Dilma</title>
    <link>http://www.imazon.org.br/publicacoes/outros/sobre-os-retrocessos-ambientais-do-governo-dilma</link>
    <description>Confira documento elaborado pelo Imazon e outras 11 instituições apontando os retrocessos da gestão de Dilma Rousseff na área socioambiental.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Organizações da sociedade civil lançaram no dia 6 de março em São Paulo, em uma coletiva de imprensa, este documento para alertar a sociedade brasileira sobre os retrocessos que vêm sendo constatados no governo Dilma Rousseff na área socioambiental. Intitulado “Sobre os retrocessos do governo Dilma”, o documento aponta as alterações no Código Florestal, a redução de Unidades de Conservação, a redução do poder de fiscalização do Ibama, os atropelos no licenciamento ambiental, a lentidão na regularização fundiária e o aumento da violência no campo e um Ministério do Meio Ambiente inerte, entre outros.</p>
<p>No total, 12 instituições se reuniram para avaliar o conjunto de medidas tomadas pelo atual governo em relação à agenda socioambiental do Brasil e daí chegou-se à conclusão de que houve uma inversão em relação ao que vinha sendo aprimorado nos últimos 20 anos. Paulo Barreto, do Imazon, destacou que os produtores rurais (um dos principais agentes de desmatamento) agem conforme a sinalização que recebem do mercado e do governo. “Quando o governo endureceu o combate ao desmatamento, eles ficaram com medo e o desmatamento caiu. Quando o governo enfraquece a lei ou promete que vai enfraquecer, os produtores voltam a desmatar ou adiam os investimentos para a recuperação ambiental”, comenta.</p>
<p>Diante desses retrocessos, as organizações fazem um apelo para que a Presidente cumpra os compromissos assumidos em campanha e retome a implementação da agenda de sustentabilidade no País. O documento aponta que somente uma ação forte nesse sentido pode evitar os graves prejuízos para a sociedade.</p>
<p>Leia matéria da Folha de S. Paulo sobre o assunto <a class="internal-link" href="../../imprensa/imazon-na-midia/relator-contempla-ruralistas-em-texto-do-codigo-florestal">aqui</a>.</p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Bruno Oliveira</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-03-08T21:22:22Z</dc:date>
    <dc:type>Publicação</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.imazon.org.br/publicacoes/artigos-cientificos/welfare-outcomes-and-the-advance-of-deforestation-frontier-in-the-brazilian">
    <title>Welfare Outcomes and the advance of deforestation frontier in the Brazilian</title>
    <link>http://www.imazon.org.br/publicacoes/artigos-cientificos/welfare-outcomes-and-the-advance-of-deforestation-frontier-in-the-brazilian</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Walkiria Medeiros</dc:creator>
    <dc:rights>A. Veríssimo, M. Sales, D. Celentano, E. Sills, Welfare Outcomes and the advance of deforestation frontier in the Brazilian, World Development 40, 850-864 (2012).</dc:rights>
    <dc:date>2012-03-06T21:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Publicação</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.imazon.org.br/publicacoes/livros/o-brasil-atingira-sua-meta-de-reducao-do-desmatamento">
    <title>O Brasil atingirá sua meta de redução do desmatamento?</title>
    <link>http://www.imazon.org.br/publicacoes/livros/o-brasil-atingira-sua-meta-de-reducao-do-desmatamento</link>
    <description>Leia o novo estudo do Imazon que analisa a legislação ambiental brasileira e o desempenho do país no cumprimento da meta de redução do desmatamento até 2020.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<div id="_mcePaste">Reduzir o desmatamento para cerca de 3.800 quilômetros quadrados/ano até 2020. Essa foi a meta estipulada pelo Brasil, definida como parte da política para mitigar o aquecimento global. Para avaliar o desempenho do país no cumprimento desta meta, o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) fez uma análise sobre os avanços e reações contra a aplicação da legislação ambiental brasileira. A taxa dos últimos três anos foi de cerca de 7.000 km²/ano, o que mostra que ainda há o que avançar.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">Entre 2004 e 2011 o desmatamento caiu 77,5%, resultado da postura do governo e da sociedade que endureceram o jogo contra os desmatadores. O monitoramento do desmatamento passou a ser mensal e o Ibama aumentou a fiscalização e disponibilizou informações sobre as infrações na internet. Os desmatadores reagiram. Tramita no Congresso Nacional uma proposta de reforma do Código Florestal, cujo objetivo principal é perdoar parte dos desmatamentos ilegais. Se isso acontecer, os proprietários de terras se sentirão encorajados a continuar desmatando ilegalmente, esperando novos perdões no futuro. Essas e outras reações à legislação precisam ser paralisadas ou irão afetar o cumprimento da meta de redução do desmatamento estipulada para 2020.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">O foco da análise do Instituto é o cumprimento do PPCDAM – Plano de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia, criado em 2004 pelo Governo Federal.</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Bruno Oliveira</dc:creator>
    <dc:rights>P. Barreto, E. Araújo, O Brasil atingirá sua meta de redução do desmatamento? (Imazon, Belém, ed. 1, 2012), p. 52.</dc:rights>
    <dc:date>2012-03-01T20:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Publicação</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.imazon.org.br/publicacoes/transparencia-florestal/transparencia-florestal-amazonia-legal/boletim-do-desmatamento-sad-janeiro-de-2012">
    <title>Boletim do Desmatamento (SAD) Janeiro de 2012</title>
    <link>http://www.imazon.org.br/publicacoes/transparencia-florestal/transparencia-florestal-amazonia-legal/boletim-do-desmatamento-sad-janeiro-de-2012</link>
    <description>Confira o último Boletim do Desmatamento lançado pelo Imazon, com dados do desmatamento e degradação florestal na Amazônia em janeiro de 2012.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<div id="_mcePaste">Em janeiro de 2012, a grande maioria (88%) da área florestal da Amazônia Legal estava cobertas por nuvens. Isso comprometeu a detecção do desmatamento e da degradação florestal para esse mês através das imagens MODIS utilizadas pelo SAD. Nessas condições foram detectados somente 33 quilômetros quadrados de desmatamento na Amazônia Legal.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">O Pará liderou com 45% dos 33 quilômetros quadrados de desmatamento detectado em janeiro de 2012, seguido de Rondônia (33%),  Mato Grosso (12%),  Amazonas (9%)   e Acre (1%).</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">O desmatamento acumulado no período de agosto de 2011 a janeiro de 2012, correspondendo aos seis primeiros meses do calendário atual de desmatamento, totalizou 600 quilômetros quadrados. Houve  redução de 30% em relação ao ano anterior (agosto de 2010  a janeiro de 2011) quando o desmatamento somou 856 quilômetros quadrados.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">As florestas degradadas na Amazônia Legal somaram somente 54 quilômetros quadrados em janeiro de 2012. O Pará foi responsável por 50% da degradação florestal seguido pelo Mato Grosso (42%), Rondônia (7%) e Amazonas (1%).</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">A degradação florestal acumulada no período de agosto de 2011 a janeiro de 2012 totalizou 1.433 quilômetros quadrados. Em relação ao período anterior (agosto de 2010 a janeiro de 2011) houve redução de 61% quando a degradação florestal somou 3.700 quilômetros quadrados.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">Em janeiro de 2012, o desmatamento detectado pelo SAD comprometeu 3,2 milhões de toneladas de CO2 equivalente.  No acumulado do período (agosto 2011 - janeiro de 2012) as emissões de C02 equivalentes comprometidas com o desmatamento totalizaram  40 milhões de toneladas, o que representa  uma redução de 38% em relação ao período anterior (agosto de 2010 a janeiro de 2011).</div>
<div></div>
<p>Em janeiro de 2012, a grande maioria (88%) da área florestal da Amazônia Legal estava cobertas por nuvens. Isso comprometeu a detecção do desmatamento e da degradação florestal para esse mês através das imagens MODIS utilizadas pelo SAD. Nessas condições foram detectados somente 33 quilômetros quadrados de desmatamento na Amazônia Legal. <br />O Pará liderou com 45% dos 33 quilômetros quadrados de desmatamento detectado em janeiro de 2012, seguido de Rondônia (33%),  Mato Grosso (12%),  Amazonas (9%)   e Acre (1%).<br />O desmatamento acumulado no período de agosto de 2011 a janeiro de 2012, correspondendo aos seis primeiros meses do calendário atual de desmatamento, totalizou 600 quilômetros quadrados. Houve  redução de 30% em relação ao ano anterior (agosto de 2010  a janeiro de 2011) quando o desmatamento somou 856 quilômetros quadrados.<br />As florestas degradadas na Amazônia Legal somaram somente 54 quilômetros quadrados em janeiro de 2012. O Pará foi responsável por 50% da degradação florestal seguido pelo Mato Grosso (42%), Rondônia (7%) e Amazonas (1%).<br />A degradação florestal acumulada no período de agosto de 2011 a janeiro de 2012 totalizou 1.433 quilômetros quadrados. Em relação ao período anterior (agosto de 2010 a janeiro de 2011) houve redução de 61% quando a degradação florestal somou 3.700 quilômetros quadrados. <br />Em janeiro de 2012, o desmatamento detectado pelo SAD comprometeu 3,2 milhões de toneladas de CO2 equivalente.  No acumulado do período (agosto 2011 - janeiro de 2012) as emissões de C02 equivalentes comprometidas com o desmatamento totalizaram  40 milhões de toneladas, o que representa  uma redução de 38% em relação ao período anterior (agosto de 2010 a janeiro de 2011).</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Bruno Oliveira</dc:creator>
    <dc:rights>Hayashi, S., Souza Jr., C., Sales, M. &amp; Veríssimo, A. 2012. Boletim Transparência Florestal da Amazônia Legal Janeiro de 2012. Imazon.</dc:rights>
    <dc:date>2012-02-24T19:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Publicação</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.imazon.org.br/publicacoes/transparencia-florestal/transparencia-florestal-amazonia-legal/boletim-do-desmatamento-sad-dezembro-de-2011">
    <title>Boletim de Desmatamento (SAD) Dezembro de 2011</title>
    <link>http://www.imazon.org.br/publicacoes/transparencia-florestal/transparencia-florestal-amazonia-legal/boletim-do-desmatamento-sad-dezembro-de-2011</link>
    <description>Confira aqui dados de desmatamento e degradação florestal na Amazônia em Dezembro de 2011.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<div id="_mcePaste">Em dezembro de 2011, a maioria (76%) da área florestal da Amazônia Legal estavam cobertas por nuvens. Isso comprometeu a detecção do desmatamento e da degradação florestal para esse mês através das imagens MODIS utilizadas pelo SAD. Nessas condições foram detectados 40 quilômetros quadrados de desmatamento em dezembro de 2011 na Amazônia Legal.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">Dos 40 quilômetros quadrados de desmatamento detectados em dezembro de 2011, 24 quilômetros quadrados (60%) ocorreram no Mato Grosso, 6 quilômetros quadrados (15%) no Pará, 5,5 quilômetros quadrados (14%) em Rondônia, 2,5 quilômetros quadrados (6%) em Roraima e 2 quilômetros quadrados (5%) no Amazonas.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">O desmatamento acumulado no período de agosto de 2011 a dezembro de 2011, correspondendo aos cinco primeiros meses do calendário atual de desmatamento, totalizou 568 quilômetros quadrados. Houve  redução de 26% em relação ao ano anterior (agosto de 2010  a dezembro de 2010) quando o desmatamento somou 772 quilômetros quadrados.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">As florestas degradadas na Amazônia Legal somaram somente 94 quilômetros quadrados em dezembro de 2011. A  maioria (92%) ocorreu no Mato Grosso, seguido de longe pelo Pará (6%) e Amazonas (2%).</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">A degradação florestal acumulada no período de agosto de 2011 a dezembro de 2011 totalizou 1.380 quilômetros quadrados. Em relação ao período anterior (agosto de 2010 a dezembro de 2010) houve redução de 59% quando a degradação florestal somou 3.326 quilômetros quadrados.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">Em dezembro de 2011, o desmatamento detectado pelo SAD comprometeu 3,4 milhões de toneladas de CO2 equivalente.  No acumulado do período (agosto 2011 - dezembro 2011) as emissões de C02 equivalentes comprometidas com o desmatamento totalizaram  38 milhões de toneladas, o que representa  uma redução de 16,6% em relação ao período anterior (agosto de 2010 a dezembro de 2010).</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Bruno Oliveira</dc:creator>
    <dc:rights>Hayashi, S., Souza Jr., C., Sales, M. &amp; Veríssimo, A. 2012. Boletim Transparência Florestal da Amazônia Legal Dezembro de 2011. Imazon.</dc:rights>
    <dc:date>2012-02-06T20:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Publicação</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.imazon.org.br/publicacoes/artigos-cientificos/the-amazon-basin-in-transition">
    <title>The Amazon basin in transition</title>
    <link>http://www.imazon.org.br/publicacoes/artigos-cientificos/the-amazon-basin-in-transition</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Bruno Oliveira</dc:creator>
    <dc:rights>C. Souza Jr et al., The Amazon basin in transition, Nature 481, 321-328 (2012).</dc:rights>
    <dc:date>2012-01-20T12:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Publicação</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.imazon.org.br/publicacoes/transparencia-florestal/transparencia-florestal-amazonia-legal/boletim-de-desmatamento-sad-novembro-de-2011">
    <title>Boletim de Desmatamento (SAD) Novembro de 2011</title>
    <link>http://www.imazon.org.br/publicacoes/transparencia-florestal/transparencia-florestal-amazonia-legal/boletim-de-desmatamento-sad-novembro-de-2011</link>
    <description>Confira aqui os dados de desmatamento e degradação florestal na Amazônia em Novembro de 2011.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="mceContentBody documentContent">Em novembro de 2011, a maioria (71%) da área florestal da Amazônia Legal estavam cobertas por nuvens. Isso comprometeu a detecção do desmatamento e da degradação florestal para esse mês através das imagens MODIS utilizadas pelo SAD. Nessas condições foram detectados somente 16 quilômetros quadrados de desmatamento em novembro de 2011 na Amazônia Legal.</p>
<p class="mceContentBody documentContent">Dos 16 quilômetros quadrados de desmatamento detectados em novembro de 2011, 9 quilômetros quadrados (59%) ocorreram no Amazonas, 4 quilômetros quadrados (24%) no Pará, 2 quilômetros quadrados (12%) no Mato Grosso, e menos de 1 quilômetro quadrado em Rondônia e no Acre.</p>
<p class="mceContentBody documentContent">O desmatamento acumulado no período de agosto de 2011 a novembro de 2011, correspondendo aos quatro primeiros meses do calendário atual de desmatamento, totalizou 527 quilômetros quadrados. Houve  redução de 12% em relação ao ano anterior (agosto de 2010  a novembro de 2010) quando o desmatamento somou 597 quilômetros quadrados.</p>
<p class="mceContentBody documentContent">As florestas degradadas na Amazônia Legal somaram somente 40 quilômetros quadrados em novembro de 2011. A  maioria (63%) ocorreu no Mato Grosso, seguido pelo Pará (16%),  Rondônia (16%) e Amazonas (5%).</p>
<p class="mceContentBody documentContent">A degradação florestal acumulada no período de agosto de 2011 a novembro de 2011 totalizou 1.285 quilômetros quadrados. Em relação ao período anterior (agosto de 2010 a novembro de 2010) houve redução de 54% quando a degradação florestal somou 2.787 quilômetros quadrados.</p>
<p class="mceContentBody documentContent">Em novembro de 2011, o desmatamento detectado pelo SAD comprometeu 2,5 milhões de toneladas de CO<sup>2</sup> equivalente.  No acumulado do período (agosto 2011 - novembro 2011) as emissões de C0<sub>2</sub> equivalentes comprometidas com o desmatamento totalizaram  34 milhões de toneladas, o que representa  uma redução de 4% em relação ao período anterior (agosto de 2010 a novembro de 2010).</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Bruno Oliveira</dc:creator>
    <dc:rights>Hayashi, S., Souza Jr., C., Sales, M. &amp; Veríssimo, A. 2012. Boletim Transparência Florestal da Amazônia Legal Novembro de 2011. Imazon.</dc:rights>
    <dc:date>2012-01-10T17:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Publicação</dc:type>
  </item>





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